terça-feira, 2 de julho de 2013

DICAS DE INTERPRETAÇÃO

DICAS DE INTERPRETAÇÃO      


01. Ler todo o texto, procurando ter uma visão geral do assunto;

02. Se encontrar palavras desconhecidas, não interrompa a leitura, vá até o fim, ininterruptamente;

03. Ler, ler bem, ler profundamente, ou seja, ler o texto pelo menos umas três vezes;

04. Ler com perspicácia, sutileza, malícia nas entrelinhas;

05. Voltar ao texto tantas quantas vezes precisar;

06. Não permitir que prevaleçam suas ideias sobre as do autor;

07. Partir o texto em pedaços (parágrafos, partes) para melhor compreensão;

08. Centralizar cada questão ao pedaço (parágrafo, parte) do texto correspondente;

09. Verificar, com atenção e cuidado, o enunciado de cada questão;

10. Cuidado com os vocábulos: destoa (=diferente de...), não, correta, incorreta, certa, errada, falsa,
verdadeira, exceto, e outras; palavras que aparecem nas perguntas e que, às vezes, dificultam a entender o que se perguntou e o que se pediu;

11. Quando duas alternativas lhe parecem corretas, procurar a mais exata ou a mais completa;

12. Quando o autor apenas sugerir ideia, procurar um fundamento de lógica objetiva;

13. Cuidado com as questões voltadas para dados superficiais;

14. Não se deve procurar a verdade exata dentro daquela resposta, mas a opção que melhor se enquadre no sentido do texto;

15. Às vezes a etimologia ou a semelhança das palavras denuncia a resposta;

16. Procure estabelecer quais foram as opiniões expostas pelo autor, definindo o tema e a mensagem;

17. O autor defende ideias e você deve percebê-las;

18. Os adjuntos adverbiais e os predicativos do sujeito são importantíssimos na interpretação do texto. Ex.: Ele morreu de fome. de fome: adjunto adverbial de causa, determina a causa na realização do fato (= morte de "ele").Ex.: Ele morreu faminto. Faminto: predicativo do sujeito é o estado em que "ele" se encontrava quando morreu;

19. As orações coordenadas não têm oração principal, apenas as ideias estão coordenadas entre si;


20. Os adjetivos ligados a um substantivo vão dar a ele maior clareza de expressão, aumentando-lhe       ou determinando-lhe o significado.

sábado, 22 de junho de 2013

Aposto e Vocativo

APOSTO

É a expressão que esclarece, acompanha, resume, identifica um outro termo da oração, seja qual for a função deste.

Há quatro tipos de aposto:

Aposto Explicativo:
O aposto explicativo é destacado por pausas, podendo ser representadas por vírgulas, dois pontos ou travessões. Pode vir precedido de expressões explicativas do tipo: a saber, isto é, quer dizer etc.

Ex. Solange, filha de Maria, é professora. Esses são os tipos mais utilizados nos concursos.
      Dom Casmurro, obra literária de Machado de Assis, é uma excelente opção de leitura.
     

Aposto Especificador:
O aposto especificador não tem pausa. Especifica um substantivo de sentido genérico

Ex. A Rua Flores no bairro Jardim das Rosas está sendo asfaltada.
      O mártir Machado de Assis tornou-se canonizado na Literatura.

Aposto Enumerador:
O aposto enumerador é uma sequência de elementos usada para desenvolver uma ideia anterior.

Ex. Eu tinha três opções: ir para minha casa, ir para casa da minha avó, ou para casa da minha tia.
       Na sala havia dois alunos que sempre se destacavam: Pedro e Marcela.

Aposto Resumidor ou Recapitulativo:
O aposto resumidor é usado para resumir termos anteriores. É representado, geralmente, por um pronome indefinido.

Ex. Pai, mãe, irmãos, tios, avós e amigos, TODOS compareceram na cerimônia.
       Desculpas, pedidos de reconciliação, NADA muda a concepção que tenho de você.

*******************************************************************************
VOCATIVO
É a palavra ou conjunto de palavras, de caráter nominal, que empregamos para expressar uma  INVOCAÇÃO OU CHAMADO.

O VOCATIVO é obrigatoriamente acompanhado de uma pausa: curta, através do recurso da vírgula; longa, através do recurso da exclamação ou das reticências. Não há posição definida para o vocativo na sentença, porém, quando se apresenta no interior da oração, deve ser colocado entre vírgulas.

Ex.: Por Deus, Amélia, vamos encerrar essa discussão!
        Posso me retirar agora, senhor?
        Meninos!
Além disso, é bastante comum encontrarmos o VOCATIVO associado a alguma forma de ênfase. Se não através da pontuação, o recurso mais popular é vê-lo associado a uma interjeição.

Ex.: Ah, mãe! Deixe-me ir ao jogo hoje! / Ó, céus, para quê tanto espetáculo em dias tão desastrosos?
Outros exemplos:
                             Perigo! ... [frase constituída por um substantivo]
                             Rebeca! ...[vocativo]                    
     
REVISÃO DE PORTUGUÊS – APOSTO E VOCATIVO 

1.O aposto pode ser empregado para:

A) Explicar, resumir e identificar.

B) Enumerar ou recapitular, nesse caso, pode vir precedido pelas expressões a saber, por exemplo, isto é, ou ser representado por um pronome indefinido, como nada, ninguém, qualquer, etc;

C) Marcar uma especificação, uma individualização; nesse caso, pode virou não preposicionado;

D) Marcar uma distribuição, por meio de um e outro, este e aquele, etc;

Indique com qual desses casos (marcando a letra correspondente) os apostos destacados a seguir se identifiquem.

( ) Só jantava comidas leves: uma salada, uma sopa de legumes, um caldo de carne.
( ) Os rapazes eram dois bons profissionais, um em informática e o outro em engenharia
( ) “Nós tínhamos imaginado, mamãe e eu, fazer uma grande peregrinação”.
( ) O poema ‘Vou-me embora pra Pasárgada’ é do grande poeta Manuel Bandeira.
.
2 - Identifique o Aposto e o Vocativo nas Frases Abaixo:

a. Chegou a hora da verdade, amigos. (vocativo)
b. Cuidado com o carro, seus loucos! (vocativo)
c. O senador foi à festa com a namorada, Marcia. (aposto)
d. Acorda, São Paulo. (vocativo)e. Pedro II, ex-imperador do Brasil, foi deportado. (aposto)
f. A ordem, meus amigos, é a base do Exército. (vocativo)
g. Mario possui três filhas: Janaína, Vitória e Bruna. (aposto)
h. Obrigado, doutor. (vocativo)
i. Deus, tenha piedade de nós! (vocativo
j. Ele me disse apenas isso: a nossa amizade acabou. (aposto)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

A NÍVEL DE, EM NÍVEL DE ou AO NÍVEL???

A NÍVEL DE, EM NÍVEL DE ou AO NÍVEL 

 

 








A nível de - INACEITÁVEL!
 
O grande erro quanto ao uso da expressão “a nível de” é sua utilização em situações em que não há “níveis”:
 
“A nível de proposta, o assunto deve ser mais discutido.”
Isso está errado!
Em nível de - ACEITÁVEL. 

Podemos usar a expressão “em nível” sempre que houver “níveis”: 
 
Ex.: “Esse problema só pode ser resolvido em nível de diretoria”
       (=a empresa deve ter outros níveis hierárquicos); 
 
      “Isso só acontece em nível municipal” 
       (=poderia ser em nível estadual ou federal).

A expressão “ao nível do mar” é perfeitamente aceitável.
#Professor Sérgio Nogueira.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Propagandas e anúncios publicitários



Chamar a atenção do consumidor - Eis o objetivo do anunciante

A todo instante nos deparamos com uma infinidade de propagandas, seja em outdoors, seja em panfletos espalhados pelas ruas ou através da mídia. Elas fazem parte dos chamados “gêneros textuais”, pois participam de uma situação sociocomunicativa entre as pessoas. 
A finalidade deste tipo de texto é de persuadir, ou seja, o anunciante (emissor) tem o objetivo de convencer o telespectador (receptor) sobre a boa qualidade de um determinado produto, convencendo-o a adquiri-lo.
Isto nos remete à ideia daquele velho ditado popular, o qual diz que “a propaganda é a alma do negócio”, e se analisarmos, concluiremos que a afirmação é totalmente verídica, porque quanto mais criativo e objetivo for o anúncio, mais haverá a possibilidade de aceitação. Para isso, é importante saber o público-alvo, fator decisivo perante a elaboração das estratégias a serem aplicadas.

Quanto à estrutura do texto em questão, ele compõe-se da seguinte forma:

Título - Geralmente é bastante criativo e atraente, baseado em um jogo de palavras carregadas de linguagem conotativa, justamente com o intento de atrair o consumidor.
Imagens - As mais inusitadas possíveis, dispostas de forma a chamar a atenção de acordo com as características do produto anunciado.

Corpo do texto - Nesta parte é desenvolvida a ideia sugerida no título, com frases curtas, claras e objetivas, adequando o vocabulário aos interlocutores destinados.

Identificação do produto ou marca - funciona como uma “assinatura” do anunciante. Ocorre também de aparecer o Slogan junto à marca anunciada, para dar mais ênfase à comunicação. Certos slogans são de nosso conhecimento. Como por exemplo: “Casas Bahia, dedicação total a você!”, "Red Bul te dá asas", "Oi, simples assim!", etc. 
1.                 
                      Atividades:
                                                                                                 Observe a imagem e a seguir responda:
                                            Figura: Propaganda americana da Coca-Cola zero


Embaixo do título “Coca-Cola zero” está escrito “qualquer coisa é possível: ela é zero de açúcar”.

A.O texto apresenta uma linguagem curta e direta ou uma linguagem longa e argumentativa?
_____________________________________________________________________________
B. O que a propaganda quer ressaltar com a afirmação de que “qualquer coisa é possível: ela é zero de açúcar”?
_____________________________________________________________________________
C. Para que público a propaganda está dirigida? O público-alvo da propaganda é o público jovem ou é o público adulto?
______________________________________________________________________________
D. Qual a razão que, segundo a propaganda, devem nos fazer tomar Coca-Cola zero?
______________________________________________________________________________

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Dia do Trabalhador no Brasil



Dia do Trabalhador no Brasil 

Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.

Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradicionalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PDT) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria. Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalho. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no dia 1º de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.

Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, em 01 de maio de 1943.

Fonte: (http://fronteiraagora.com.br)

Dia do Trabalho


História

Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos.

Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Três anos mais tarde, no dia 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.

Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.

Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

Fonte: (http://pt.wikipedia.org)

sábado, 27 de abril de 2013

O Texto dissertativo-argumentativo


Embora todos os tipos textuais apresentem características diferenciadas em suas especificidades, e sejam, todos, propícios ao ensino em sala de aula, tenho muito prazer em trabalhar com a dissertação-argumentativa, pois, como foi mencionado no texto – base 2, nesse tipo de texto, ocorre à clara defesa da posição do autor com relação a algum tema.   
A pouco trabalhei o Artigo de opinião em sala de aula, cujo texto trabalhado foi o artigo de Stephen Kanitz, “O poder da validação”.  Comecei falando de como a prática da validação é importante para o cotidiano de uma pessoa, nós não somos “validados” muitas das vezes, por outro lado, não “validamos”, a seguir solicitei que expressassem em um texto de no mínimo 10 linhas, se isso, de validar e de ser validado tinha alguma importância para eles e o porquê de.  
Foi muito interessante esse trabalho, pois além de trabalharmos os aspectos dos textos descritivos do tipo argumentativo, em que analisamos os  variados argumentos utilizados pelo autor, em defesa de sua tese, enfocamos os aspectos do relacionamento familiar e do convívio social, enfim, do comportamento humano.
O Poder da Validação
 "Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os superconfiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho.
Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran treme nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça que já tenha sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator se relaxa e parte tranquilo para o resto do espetáculo. Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada novo artigo que escrevo, e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam.
Insegurança é o problema humano número 1. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir esta insegurança?
Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.
Segurança depende de um processo que chamo de “validação”, embora para os estatísticos o significado seja outro. Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos. Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.
Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode auto validar-se, por definição.
Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: “Você tem significado para mim”. Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: “Gosto de você pelo que você é”. Quem cunhou a frase “Por trás de um grande homem existe uma grande mulher” (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar.
Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a nossa própria insegurança, que não temos tempo para sair validando os outros. Estamos tão preocupados em mostrar que somos o “máximo”, que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o “máximo” são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos d e validar aqueles que admiramos.
Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser. Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se, ou dominar os outros em busca de poder
Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são, e não pelo que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.
Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um “valeu, cara, valeu”.
Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja". Stephen Kanitz
(Artigo publicado na Revista Veja, edição 1705, ano 34, nº 24, 20 de junho de 2001, pág.22)

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Transitividade Verbal


Assistir ao filme ou assistir o filme?


Geralmente as dúvidas quanto ao emprego correto de certas formas verbais surgem no momento da escrita.


Devemos estar atentos à transitividade verbal, ou seja, existem verbos transitivos e verbos intransitivos.
Verbos transitivos são aqueles que pedem complemento. Tal complemento nada mais é que a preposição. Verbos intransitivos são os que não        exigem preposição.

Com o objetivo de sanar nossas dúvidas no que se refere ao uso correto do verbo assistir, começaremos a partir do seguinte questionamento: 

Em princípio, fazemos a pergunta ao próprio verbo: “Quem assiste, assiste a algo”.

Como exemplo, temos: Nós assistimos ao filme que estava em cartaz.
O sentido denotativo do verbo revela a questão de estar presente, ou seja, de presenciar algum fato ou evento.
Neste caso, necessariamente há a presença da preposição "a" revelando a fusão dela com o artigo “o”.
Quando o sentido do verbo assistir significar auxílio, assistência, não exige a presença da preposição.
Por exemplo: O médico assistiu o doente.

No sentido de residir, morar em algum lugar, o verbo também pede a preposição.
Citando um exemplo do que foi falado, obtemos: Marcos assiste em Goiânia.

Agora para treinarmos, façamos alguns exercícios utilizando as formas corretas deste verbo:

a) Preciso ------------------- espetáculo.
b) Mariana -------------------a idosa que atravessava a rua.
c) ----------------- aos jogos interestundantis.


*Gabarito: assistir ao; assistiu; assistimos aos.

Por  Vânia Duarte

domingo, 21 de abril de 2013

História X Estória


HISTÓRIA X ESTÓRIA
                                           (Por Gramaticando)

A palavra HISTÓRIA pode ser usada tanto para as narrativas de fatos (=realidade) quanto para as lendas, fábulas, narrativas de ficção (=fantasia). ESTÓRIA é sempre ficção.

Não podemos é afirmar que a palavra ESTÓRIA não existe, pois está devidamente registrada no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa e em muitos dicionários: Cândido de Figueiredo, Caldas Aulete, Aurélio, Michaelis…

Nós podemos, portanto, fazer a velha distinção HISTÓRIA (=real) e ESTÓRIA (=ficção) ou usar a palavra HISTÓRIA para os dois casos.

Professor: Sérgio Nogueira

Para uma boa prova de Portugues


Dicas para uma boa prova de Português.

1. Ler as questões de forma corrente na primeira leitura e na segunda parar nas dúvidas e grifar o que for mais importante;

2. Ficar atento aos advérbios e pronomes indefinidos, por exemplo, “nunca, todo, nenhum, etc., as generalizações são feitas muitas vezes para confundir”;

3. Não ficar esbarrado nas questões que gerem muitas dúvidas, passe pra frente e volte nelas depois;

4. Saber diferenciar frase, oração e período;

5. Encontrar o verbo para separar a oração em sujeito e predicado, fazendo a pergunta ao verbo “quem fez a ação”. Vc terá por resposta o sujeito e o que sobrar, até o ponto final, é o predicado;

6. Lembrar que os adjuntos adverbiais podem ficar em qualquer
posição na oração, portanto, podem se posicionar antes do sujeito,
depois dele, no predicado depois dele, etc. Podem, por isso, se
confundirem com sujeito ou predicado;

7. Saber diferenciar as orações subordinadas das coordenadas. Conhecer o significado das conjunções, principalmente das coordenadas;

8. Dentro de uma locução adverbial ou adnominal saber encontrar o núcleo;

9. Entender o que é regência, principalmente a verbal, pois ela define os casos de crase, a transitividade dos verbos (se eles são
transitivos diretos - não pedem preposição- ou se são transitivos
indiretos –pedem preposição- ou intransitivos);

10. Lembrar que escrevemos para alguém ler, por isso, é preciso
preocupar-se com a clareza, coerência e coesão. A simplicidade na
escrita é melhor que a escrita rebuscada. As sentenças ambíguas são problemáticas, pois quem lê vai sempre ficar tentando desvendar o que você quis dizer.

sábado, 20 de abril de 2013

Atividades - Prova de Língua Portuguesa - CEJA


LÍNGUA PORTUGUESA  - ENSINO MÉDIO  - MÓDULO   1   - VOLUME   1  

                  Lourinha Bombril
                                               
Para e repara
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha
Aquela índia tem sotaque do Sul
Essa mulata é da cor do Brasil
A cozinheira tá falando alemão
A princesinha tá falando no pé
A italiana cozinhando o feijão
A americana se encantou com Pelé


(Paralamas do Sucesso. Nove Luas. EMI. 1996 (Adaptado)

1.   abemos que o nosso país é rico em diversidade étnica e cultural. A partir do fragmento da música      dos Paralamas do Sucesso, responda:
a)    Como se dá a formação étnica e o processo de construção de identidade cultural?
                      _________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
                     
b)         Que manifestações de cultura popular são comuns em sua cidade ou em seu bairro? Comente.
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________

Observe a tirinha e responda:       
                                                      
2.       Quando falamos ou escrevemos, empregamos as palavras de forma organizada para que a   informação tenha sentido completo.
a)      Na fala dos personagens da tirinha, as frases empregadas são nominais ou verbais? Por quê? 
b)      Nesse texto, a comunicação foi bem sucedida? Justifique sua resposta.
Leia o texto abaixo:
[...] No dia seguinte, um domingo, enquanto todas ajudavam a arrumar a cozinha depois do café da manhã, Eulália diz a Irene que vai à casa do filho Ângelo:
- Prometi almoçar com as crianças hoje – diz ela, avó, sorridente.
- Almoçar com as crianças ou fazer o almoço para elas? – Pergunta Irene piscando o olho para Vera.
Eulália só faz aumentar o sorriso que já trazia no rosto. Nem se dá ao trabalho de responder, pois a resposta é evidente.
- Quando a gente terminar aqui, eu levo você de carro – oferece Irene.
Precisa não Irene – reage Eulália. – Eu vou de a pé mesmo, é uma caminhada gostosa. E você não vai largar a Verinha mais as meninas aqui sozinha, vai?
- Claro que não – responde Irene -, a minha ideia era justamente levar todo mundo comigo para dar um passeio pela cidade. [...]















3. No trecho “Eu vou de a pé mesmo, é uma caminhada gostosa”, a expressão destacada é um exemplo de linguagem:
A) científica                    
B) formal
C) literária
D) popular

4.      Leia o texto abaixo:

Edu,
Não posso jogar futebol hoje à tarde com você e a turma no campo. 
Minha mãe vai me levar ao dentista. A gente se fala amanhã na escola.
                                                       
                                                                             Toquinho

5.      Como é chamado, na sociedade, o texto que você acabou de ler? Assinale com um (x)
        a resposta correta:

a. (   ) Carta
b. (   ) Bilhete
c. (   ) Aviso
d. (   ) Fábula

B) Por que escrevemos textos como esse, ou seja, qual a finalidade dele?

a. (   ) Fazer um convite.                     b. (   ) Dar um recado.                    c. (   ) Contar um fato.

6. Identifique os sujeitos nos períodos abaixo, sublinhando também os verbos ou locuções verbais com os quais eles se relacionam:

A. Todo falante da língua sabe gramática. Sujeito:  _________________________________________
B. Numa palestra, a linguagem padrão deve ser utilizada. Sujeito: ______________________________
C. Achei um texto bem interessante sobre a identidade dos brasileiros. Sujeito:_____________________

7. As frases podem ser denominadas nominais ou verbais. Identifique- as utilizando (FN) para frase nominal ou (FV) para frase verbal:

A.  (   ) Boa noite, professora!
B.  (   ) O ônibus estava lotado hoje.­­­­
C.  (   ) Socorro!
D.  (   ) Cafezinho delicioso aquele do bar da esquina: saboroso, quente e doce. Na medida.

8. Que tal agora você criar seu próprio texto sobre o Brasil. Um texto com suas ideias sobre a nossa identidade ou mesmo um poema?
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Boa prova!
 “O homem é do tamanho do seu sonho”  Fernando pessoa)